(Source: curvesincolor)

deposito-de-tirinhas:

por Charles Schulz www.peanuts.com/

deposito-de-tirinhas:

por Charles Schulz 
www.peanuts.com/

(Source: male-tears)

  • me yesterday night : lol who needs sleep
  • me today: i do. i need sleep.
  • me tonight: lol who needs sleep

(Source: carolrossettidesign)

(Source: yo-canto-a-la-rebelion)

(Source: lolgifs.net)

"

É importante saber que nossos passos vem de longe.
Porque eu sou Nzinga, sou uma rainha e lutei contra a escravidão.
Eu sou Carolina Maria de Jesus, escrevo a minha própria história.
Eu sou Aqualtune, uma princesa quilombola.
Eu sou Chica da Silva, enfrentei a sociedade machista e racista.

Eu sou imperatriz Taitu Bitul, liderei exércitos em defesa da minha nação.
Eu sou Léa Garcia e Ruth de Souza, sou a arte em múltiplas facetas.
Eu sou Antonieta de Barros, fui a primeira deputada negra da história do Brasil.
Eu sou Cleópatra, minha história já foi contada de mil maneiras.
Eu sou Acotirene, fui liderança em Palmares.

Eu sou Helenira Rezende, eu lutei contra a ditadura militar e morri no Araguaia.
Eu sou Clementina de Jesus, a minha voz ecoou no mundo.
Eu sou Nan Agotime, fui rainha no Doomé e na Casa das Minas no Maranhão.
Eu sou Maria Firmina dos Reis, a primeira mulher a publicar um livro de literatura no Brasil.
Eu sou a Rainha Teresa do Quariterê, sou rainha, sou quilombola.

Eu sou Lelé Gonzales, sou militante do movimento feminista e do movimento negro.
Eu sou Mãe Stella de Oxóssi, sou guardiã da cultura e das religiões de matriz africana no Brasil.
Eu sou Luiza Mahin, lutei pela construção de uma sociedade mais justa.
Eu sou Rainha de Sabá, meu nome está marcado na história.
Eu sou Anastácia, sou símbolo de luta do povo negro no Brasil.

Eu sou Zeferina, liderei revoltas.
Eu sou minha mãe.
Eu sou a minha avó.
Sou retirante nordestina.

Eu sou essas e tantas outras mulheres negras anônimas.
Pois, contando a trajetória das mulheres negras, falo de mim mesma simultaneamente.
Crio e recrio a nossa história. A história de mulheres negras que não tiveram o direito de conhecer o seu próprio passado.

Eu sou todas essas mulheres, pois quando conto a história de referencia delas, desconstruo o silêncio e a subalternidade destinada as mulheres negras no Brasil e a mim.
Portanto, descubro que nossos passos vem de longe e que SOMOS TODAS RAINHAS.

"

(extraído de 25 de julho, o filme) Dia da mulher negra e caribenha.  (via naofoidito)

  • me: im so bored
  • me: i have nothing to do
  • me: i wish i had something to do
  • basic responsibilities: yo
  • me: not u
  • me: anyway
  • me: im so bored
  • me: i have nothing to do

etphoneboner:

cute-pubes:

What’s difficult to digest is this “praise” of all things black - from cornrows and large booties to acrylic nails, door-knocker earrings, and tribal fabrics - only becomes “chic,” “trendy,” and “epic” when worn by white women. When these same cultural markers are on black women, they are “ghetto,” “urban,” and “ratchet” - meaning, unpretty.
"It’s offensive," said Doreen E. Loury, director of Pan-African studies at Arcadia University. "The natural beauty of black women that has been historically demonized and classified as unattractive, is now the runway’s hottest new swag. And it’s not even being celebrated on black bodies."
Read more here

and words like “ghetto”, “rachet”, and “thug” take on more “funny”, positive meanings when applied to white people. A white thug is being funny/ironic, while a black thug gets shot by police.

etphoneboner:

cute-pubes:

What’s difficult to digest is this “praise” of all things black - from cornrows and large booties to acrylic nails, door-knocker earrings, and tribal fabrics - only becomes “chic,” “trendy,” and “epic” when worn by white women. When these same cultural markers are on black women, they are “ghetto,” “urban,” and “ratchet” - meaning, unpretty.

"It’s offensive," said Doreen E. Loury, director of Pan-African studies at Arcadia University. "The natural beauty of black women that has been historically demonized and classified as unattractive, is now the runway’s hottest new swag. And it’s not even being celebrated on black bodies."

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and words like “ghetto”, “rachet”, and “thug” take on more “funny”, positive meanings when applied to white people. A white thug is being funny/ironic, while a black thug gets shot by police.